quarta-feira, 16 de novembro de 2011

MANCHETES DO DIA E DA SEMANA

Jornais Diários
SÃO PAULO

FOLHA DE SÃO PAULO - http://www.folha.uol.com.br/
"17 Estados descumprem lei salarial de professor"

O ESTADO DE SÃO PAULO - http://www.estadao.com.br/
"Dilma cobra mais explicações de Lupi"

JORNAL DA TARDE - http://www.jt.com.br/
"Fazer compras de Natal antes sai até 50% mais barato"


AGORA SÃO PAULO - http://www.agora.uol.com.br/
"Aposentados podem ter manter processos no INSS na Justiça"

DIÁRIO DE SÃO PAULO - http://www.diariosp.com.br/
"Veja como vai ficar a sua aposentadoria em 2012"

LANCE - http://www.lancenet.com.br/
"Ajuda aí!"


REGIÃO
DIÁRIO DE SUZANO - http://www.diariodesuzano.com.br/
"PS Municipal fica sobrecarregado com a falta de hospitais privados"


DIÁRIO DO ALTO TIETÊ - http://www.diariodoaltotiete.com.br/
"Poá terá guarda armada em 2012"


MOGI NEWS - http://www.moginews.com.br/
"Mogi tem 200 policiais a menos do que Suzano"

DIÁRIO DE MOGI - http://www.odiariodemogi.inf.br/
"Câmara decide a Lei do Silêncio"

FOLHA METROPOLITANA - www.folhametro.com.br
"Secretário de Educação explica hoje irregularidade em creches"


Jornal na Internet
JORNAL EVANGÉLICO - http://www.je.inf.br/
"SBB leva programas sociais à Manaus"


Jornal Semanal
AT NOTÍCIAS - www.altotietenoticias.com.br
"'Perdemos nossas casas' gritam poaenses"

A SEMANA - www.asemana.com.br
"Atletas mogianos se destacam nos Jogos"


NOTÍCIAS DE POÁ - www.noticiasdepoa.com.br
"Frente de Trabalho será investigada pela Câmara"


JORNAL DO MUNICÍPIO - www.jornaldomunicipio.com.br
"Comissão marca continuação da audiência pública do orçamento de 2012"

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Seção Raio-X nº 11 - Khadidja Campos

A 11ª entrevista da Seção Raio-X chega cerca de ansiedade, pois apresenta uma figura muito conhecida na imprensa regional pelo seu jeito extrovertido, direto, louco e polêmico. A jornalista KHADIDJA de Santi Leite de CAMPOS, 26 anos, é uma companheira de profissão muito querida pelos “batalhadores” da imprensa, nascida em São Paulo, ela mora atualmente em Mogi das Cruzes, mas afirma que tem Suzano em seu coração, já que a sua vida acontece nesta cidade. Jornalista há sete anos, Khadidja se define como uma pessoa extremamente sensível e boa, que se esconde atrás duma casca de pessoa escrota e durona.
Confira essa entrevista que, além de estar sensacional, também apresenta uma novidade, um ping pong curto e rápido para conhecermos ainda mais essa pessoa de personalidade única.

100C - Por que o jornalismo?
KC - Na verdade, eu nunca soube direito o que fazer da vida. Só sabia que, depois que acabei a escola, eu precisava trabalhar. Acabei entrando no curso de Administração de Empresas, onde passei um ano. Nesse meio tempo, comecei a trabalhar no Departamento de Contabilidade da Elgin, em Mogi. Não passou duas semanas, eu tava super doente, com crise de ansiedade, síndrome do pânico, etc. Louco não pode trabalhar em serviço rotineiro que fica mais louco ainda. Deixei o trampo e melhorei bastante, mas pra melhorar de vez, comecei a fazer terapia, meio que pra me encontrar. Aí o meu terapeuta me sugeriu: "por que você não faz jornalismo? Acho que é algo que tem a ver com você, um meio que tem pessoas bem parecidas com você". No final desse período (quando eu peguei uma DP de Contabilidade, porque aquela merd@ simplesmente não entrava na minha cabeça), eu me transferi pro curso de Jornalismo. E deu certo.

100C - Depois que você entrou para essa área, aonde você já trabalhou e em que cargo? Aonde você trabalha atualmente e há quanto tempo?
KC - Meu primeiro emprego foi no jornal Folha de Mogi, onde fiquei um ano como repórter, principalmente. Também ajudava na diagramação e no fechamento, mas na reportagem, fazia Salesópolis (muuuuuitas notícias). Depois fui pro Diário de Suzano, onde fiquei quase dois anos na editoria de Região. Depois trabalhei no Diário do Alto Tietê pelo mesmo período, cobrindo também várias cidades do Alto Tietê. Desde o começo de 2010, trabalho como assessora de imprensa do vereador Rafa Garcia (Suzano). Também respondo pela comunicação do PSD Suzano.

100C - O jornalismo é exatamente aquilo que você imaginava enquanto estudava? Por quê?
KC - Eu percebo que há muitas pessoas que acabam se decepcionando com o jornalismo quando percebem que você tem que fazer as coisas de acordo com o sistema, mas como eu não tinha expectativas ou perspectivas com relação à minha futura profissão quando entrei na faculdade, não tive essa decepção que é natural de todo mundo que entra num curso de jornalismo com utopias, achando que vai mudar o mundo ou que vai ser o melhor repórter de guerra do mundo.

100C - Qual foi a pior e a melhor pauta que você cobriu?
KC - Já tive várias "piores" e poucas "melhores". Acho que as melhores foram aquelas que a gente se encontrava de bando e o entrevistado atrasava, e a gente passava horas conversando sobre o que tinha acontecido nas pautas por aí. Inclusive, essa é uma das coisas que eu sinto falta de estar numa redação. Eu lembro de duas piores. Uma delas foi a cobertura da votação de um pedido de abertura de investigação contra o prefeito de Suzano, Marcelo Candido, em (acho) 2008. A galeria tava cheia de funcionários da administração e badernistas tentando impedir a votação e a imprensa tava encurralada em um canto, absolutamente sem proteção nenhuma. A polícia veio, entrou no plenário, tentou acalmar as coisas, mas sabe como é esse pessoal, né... Acabou que a galera teve que ser expulsa na base da porrada e eu tomei um gás de pimenta na cara que me deixou três dias com a garganta inchada, mal podendo falar. A segunda pior, acho que foi uma em Itaquá, na Vila Sônia, que foi a valente aqui acompanhada de Monalisa Ventura, outra gigante. A galera tava protestando porque queria iluminação na passarela sobre a estação de trem Manoel Feio, que era bem perigosa e onde aconteciam vários estupros. Daqui a pouco, chega uma galera não muito confiável, com quem a Mona trocou uma ideia e ficou super truta nossa. Eles subiram em poste pra quebrar as lâmpadas, quebraram a passarela com marreta e botaram fogo no mato em volta da passarela. Eu pensei muito que eu ia morrer queimada ou asfixiada. Mas depois chegou a polícia e tudo voltou ao normal.

100C - Se possível, destaque três colegas do jornalismo na região que você admira o trabalho.
KC - Nooooossa, complicadíssimo essa. Tem tanta gente que eu gosto. Mas eu vou citar três por diferentes motivos, que passaram um momento um tanto trabalhoso e árduo juntos, coincidentemente na época do DAT. Uma delas é o Tiago Pantaleon, que pelo que eu conheci na época em que éramos próximos, sempre foi uma pessoa extremamente inteligente, minuciosa e cuidadosa, tanto para apurar matérias como repórter, quanto no trabalho de editor. Outra pessoa é o Delcimar Ferreira, que eu amo de paixão. Ele também sempre foi um repórter muito cuidadoso na época em que trabalhávamos juntos e trazia coisas muito boas. A terceira pessoa é a Cássia Siqueira, que agora está meio afastada do jornalismo, partiu para a área do Direito. Ela sempre foi muito boa em apuração, sem contar os especiais que ela fazia que eram muito "especiais" pelas informações que reunia. Sem contar que a Cássia também tinha uma paciência de Jó (sem mais detalhes). E tem os fotógrafos também: o Irineu Jr, que é meu irmãozasso; o Osvaldo Birke, que tem uma visão fudid@ de foto; o Amilson Ribeiro, o Daniel Carvalho, o Marcelo Alvarenga e muitos outros...

100C - O que é o jornalismo para você?
KC - É a arte de passar informações de uma forma simples, compreensível e verdadeira a qualquer pessoa. Só isso. Sem idealismo. Sem utopias. Sem hasteamento de bandeiras. Se quiser lutar por alguma causa, usa alguma forma de arte. É pra isso que a arte serve.

100C - O que você mais gosta e o que você mais odeia nas pautas?
KC - O que eu mais odeio é fácil: "repercute" com a população. Sempre odiei sair por aí pra fazer esse tipo de matéria porque, além de ser desgastante, ninguém lê e não tem utilidade nenhuma num jornal, a não ser matar espaço na página. Tipo ir fazer pauta de Finados e começar a trocar ideia com um senhor que tá ali visitando o túmulo da filha que morreu recentemente de forma trágica... É fod@, meu... Acho muito invasivo. Mesma coisa que repercutir com qualquer manolo no meio da rua sobre tapete de Corpus Christi. Que resposta boa que o cara vai te dar? "Ah, muito bonitos os tapetes". MEU, no que isso contribui com informação pro leitor? Nada. E o que eu mais gosto acho que é a possibilidade de você conhecer diferentes pessoas todos os dias. Claro, pessoas que realmente vão te passar uma informação legal, que realmente vão contribuir com seu trabalho.

100C - Qual foi a sua maior alegria e a maior decepção com o jornalismo?
KC - A maior parte do meu tempo como jornalista, eu trabalhei em redação. E apesar do trabalho ser muito legal, tem hora que cansa. É muito estresse e tem uma hora que seu trabalho não flui mais. Quando eu fui embora do DAT, tava na hora já de dar uma parada nesse ritmo. Até mesmo porque existem tantas coisas que você pode fazer no jornalismo... Acho que eu já estava querendo mais, como ainda estou até hoje. Com relação a alegrias, com certeza, tenho que destacar as amizades. Foi pelo jornalismo que conheci muitas pessoas especiais, que fizeram e fazem parte da minha vida. O jornalismo não poderia ter me dado coisa melhor.

100C - Você tem alguma sugestão para o 100 Comunicação?
KC - Quero mais fotos! Sempre! E aproveito pra deixar meu voto na enquete: NÃO aos jornalistas de fora. O Alto Tietê tá cheio de profissionais ótimos e interessantes pra serem entrevistados e pra gente conhecer mais deles!

100C - Destaque um ponto positivo e um negativo do 100C.
KC - Acho que o principal é que, com o 100 Comunicação, os jornalistas da região têm um canal de comunicação, pra ficarem sempre atualizados sobre o que acontece nos bastidores. Mas acho que deveriam ter maaaais detalhes de bastidor. Tipo "o fulano levou uma microfonada na cabeça em tal pauta" ou "o editor tal cortou tal trecho de matéria do cara e ficou sem sentido".

100C - O que você espera para o seu futuro profissional?
KC - Eu não tenho o sonho nem o desejo de passar o resto da minha vida atrás de uma mesa ou sendo escrava do relógio. Um sonho meu é fazer faculdade de Cinema. Adoraria fazer um filme um dia desses ou, pelo menos, fazer algum curso de Audiovisual, pra fazer uns curtas. E queria ser escritora. Eu já comecei a escrever uns cinco livros e todos eles tão inacabados. Inclusive tem um livro de citações no meio. Citações minhas, claro. Sou muito poeta (NOT!).

100C - Você é conhecida pelo seu jeito totalmente extrovertido e que não mede palavras tanto para elogios ou criticas. Isso já lhe trouxe problemas ou vantagens? Quais e por quê?
KC - Porr@ se trouxe problemas. Os principais foram as demissões que eu tive, porque eu simplesmente tenho a boca maior que o cérebro. Quando esquentava o sangue, eu começava a atirar pra tudo quanto é canto. Hoje, com mais maturidade, tendo tomado mais porradas da vida e com um espírito mais diplomático, tô bem melhor pra começar a fazer caô. Hoje em dia, caô somente em caso de extrema necessidade. Mas também é AQUELE caô. As vantagens foram que eu também conquistei muita coisa por causa do jeitão. Consegui muitas fontes, matérias, emprego (acho que o Rafa me chamou pra trabalhar com ele exatamente por causa desse meu jeito). Na minha vida pessoal, o legal é que eu aprendi a canalizar o "jeitão", que eu usava desnecessariamente em algumas ocasiões e deixava de usar em outras.

Perguntas para quebrar o gelo:

100C - Conte duas ou mais situações engraçadas que você passou durante as pautas.
KC - Teve a vez que eu chamei o Cláudio Lembo, que tinha assumido o cargo de governador, de "secretário" no meio da coletiva com um monte de nêgo de São Paulo. Quando eu me toquei que eu tava falando merd@, eu fiz uma cara de "poatz" e o Lembo percebeu. Ele foi muito bonitinho. Teve uma vez que um prefeito da região tava falando comigo e voou um teco de baba branca da boca dele no meu braço, aí ele mandou um "ô, desculpa filha" e esfregou com a mão pra secar, sabe? Teve também a vez que eu liguei prum padre de Suzano, não lembro se era num feriado ou se era muito tarde, e eu mandei um "ô, padre. Desculpa tá enchendo o teu saco, mas...". A redação inteira começou a rir. Ai, sei lá. Teve tanta coisa... Eu chegava praticamente todo dia das pautas, contando pra galera da redação alguma patifaria que tinha acontecido comigo na rua.

100C - A cada dez fotos em que você é clicada, onze você aparece fazendo o famoso sinal de “paz, amor e solidariedade” com o dedo do meio (rs). Existe até a suspeita de que você não consegue dobrar este dedo, conte a história dessa sua característica.
KC - Na verdade, eu odeio sair em foto, apesar de ser meio aparecida. Minha cara é muito redonda e não é sempre que eu saio bem, dependendo do ângulo e da quantidade de maquiagem que eu passei no dia. Então sempre que algum "coleguinha" fotógrafo vai tirar uma foto minha escondida e eu percebo, eu ergo o dedo do meio. É um gesto multifuncional: ao mesmo tempo que manda um "fuck off" pro dono da máquina, deixa a foto inutilizável. Afinal de contas, não é todo mundo que tem coragem de publicar uma foto com uma moça mostrando o dedo do meio.

100C -Você já atuou em redações e hoje é assessora de imprensa, quais são as grandes diferenças e onde é melhor para trabalhar?
KC - Cada lugar tem suas vantagens. A assessoria de imprensa, nessa minha fase de vida, é mais interessante, pois além de eu ganhar mais, eu tenho mais tempo pra ter uma vida de verdade, sem ficar escrava de pauta, relógio ou ranitidina. Mas trabalhar em redação é apaixonante, exatamente pela correria, apesar de ser muito mal remunerado e muito desgastante.

100C - O que você achou do “descarte” do diploma para o exercício do jornalismo? Aproveite e deixe um recado para o Gilmar Mendes.
KC - Esse descarte do diploma de jornalismo aconteceu bem em uma época em que o Gilmar Mendes era amigo do Lula. Como o governo lulista tava atolado em lama, igual a qualquer outro governo petista do qual eu tenho conhecimento, e os veículos de comunicação noticiavam isso na mesma velocidade em que pipoca voava da panela quente, os caras devem ter falado: "vamo tê que dá um jeito nesses FDP". É uma estratégia tipicamente petista: desqualifica o serviço dos outros na tentativa de se impor. Dessa vez, foi em escala nacional. E ainda por cima, eu tive que aguentar um monte de jornalista diplomado sem noção falando: "ah, porque o diploma não é necessário. Antigamente os jornalistas não eram diplomados. Um bom trabalho jornalístico depende da visão de quem o faz". Um jornalista de verdade nunca falaria isso. Um jornalista de verdade defenderia com unhas e dentes a exigibilidade do diploma para a valorização da sua profissão (que hoje, infelizmente, está completamente marginalizada) e saberia que essa decisão do STF foi absolutamente política, com o intuito de fazer com que a qualidade dos serviços jornalísticos diminuísse (menos diploma, menos técnica) e que o rabo preso aumentasse (menos diploma, menor qualidade, mais jornais com matéria paga saindo por aí). Quem sai prejudicado nisso é a população, que depende da Imprensa para representar seu prêmio maior, que é a democracia.
Não vou mandar nenhuma mensagem pro Gilmar Mendes, porque como ele é magistrado, ele pode mandar me prender por desacato. Principalmente porque, como eu tô falando mal de petista nessa resposta, esse post vai rodar...

Ping Pong (novo espaço – respostas simples e diretas)

100C - Time
KC - Curintia!

100C -  Sonho
KC - Escrever um bestseller.

100C - Música
KC - "Crucify" - Tori Amos.

100C - Jornalismo
KC - Uma forma de analisar o mundo.

100C - Passado
KC - Aprendizado.

100C - Presente
 Reflexões.

100C - Futuro
KC - Assustador.

100C - Se defina em uma única palavra
KC - Apaixonada.

100C - Deixe um recado para os alunos sonham ingressar no jornalismo.
KC - Galerinha do mal que quer fazer jornalismo porque gosta de aparecer, tem o sonho de entrar na Globo ou acha que vai ser o próximo William Bonner: ESQUECE! Ser jornalista é extremamente desgastante, estressante, sugador de energia, não-recompensador e ganha-se muito pouco. Vale à pena? Vale. Só se você ama muito o que faz e tiver prazer nisso. Se você quiser ganhar dinheiro, casar e ver seus filhos crescerem sem o risco de ser acometido por um câncer de estômago aos 40 anos, vai fazer engenharia. Um beijo a todos, paz e amor!

Confira todas as entrevistas da Seção Raio-X clicando aqui!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Bolo Notícia nº 78/2011

O 78º Bolo Notícia vai para o repórter Danilo Sans (Diário de Mogi) que celebra na data de hoje o seu aniversário. E neste dia tão especial, desejamos muita paz, felicidade, $uce$$o e conquistas na vida pessoal e profissional. PARABÉNS!!!

Foto retirada da página do homenageado no Facebook

domingo, 13 de novembro de 2011

Bolo Notícia nº 77/2011

O repórter da Rádio Metropolitano, Eduardo Cardoso, celebra na data de hoje o seu aniversário e para estee profissional do rádio o 100C oferece o 77º Bolo Notícia, além de um grande abraço e o desejo de felicidades, saúde, paz e sucesso na vida profissional e pessoal. PARABÉNS!!!

Foto retirada da página do homenageado no Facebook

sábado, 12 de novembro de 2011

O novo livro do falcão Eduardo Lyra

O 100C vem à público para parabenizar o jornalista Eduardo Lyra que lançou há poucos dias o seu livro "Jovens Falcões" que apresenta o resultado de um grupo de belíssimas entrevistas feitas pelo poaense com o objetivo de afirmar que os jovens são SIM capazes de mudar o mundo. O livro "Jovens Falcões” reúne 11 entrevistas com brasileiros que tem se destacado em diferentes áreas pelo mundo afora, desde a ciência até ao empreendedorismo, passando pela música, pela política, pela literatura, pela economia, pelo esporte, pelo ativismo social e pelo Judiciário.
Eduardo Lyra estudou Jornalismo na Universidade de Mogi das Cruzes (UMC). Aos 23 anos, acumula passagens pela Secom/Ferraz e pelo Grupo Mogi News, onde atuou como repórter. Em 2010, foi considerado repórter revelação pelo Instituto Itaú Cultural. No mesmo ano, escreveu “Dialogando com Lideranças”, título do seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). Nele, o autor ficou frente a frente com personalidades nacionais, como Oscar Niemeyer, Fernando Collor, José Dirceu, Fernando Morais, entre outros. Em 2011, com a colaboração de amigos, fundou o projeto “Gerando Falcões”, com a finalidade de resgatar a autoestima da juventude brasileira, iniciativa que se tornou uma extensão de “Jovens Falcões”.

Foto: Nivaldo Alves

Entrevista tendenciosa

Vocês com certeza já ouviram ou viram uma entrevista tendenciosa, daquelas onde o repórter tenta levar o seu entrevistado para um tema que ele não quer comentar, até aí é normal, pois essa é a função de um jornalista, o problema é quando se tem interesses por trás da entrevista e o entrevistador tenta encurralar o entrevistado contra a parede para tirar alguma vantagem da situação,o que acaba causando vários tipos de problema. O 100C apresenta aqui um pequeno exemplo muito bem humorado de como essas entrevistas funcionam. Com vocês, Rafinha Bastos!

MANCHETES DO DIA

Jornais Diários
SÃO PAULO

FOLHA DE SÃO PAULO - http://www.folha.uol.com.br/
"BC faz mudanças e facilita o crédito ao consumidor"

O ESTADO DE SÃO PAULO - http://www.estadao.com.br/
"Desaceleração faz governo aliviar restrição ao crédito"

JORNAL DA TARDE - http://www.jt.com.br/
"Sinalização ruim e muito buraco até o Itaquerão"


AGORA SÃO PAULO - http://www.agora.uol.com.br/
"Fica mais fácil comprar carro e fazer empréstimos"

DIÁRIO DE SÃO PAULO - http://www.diariosp.com.br/
"R$ 25 bilhões para o sonho da casa própria"

LANCE - http://www.lancenet.com.br/
"Amor ou dinheiro?"


REGIÃO
DIÁRIO DE SUZANO - http://www.diariodesuzano.com.br/
"Conta de lçuz em Suzano pode ficar mais barata"


DIÁRIO DO ALTO TIETÊ - http://www.diariodoaltotiete.com.br/
"Irmãs são violentadas e assassinadas em Mogi"


MOGI NEWS - http://www.moginews.com.br/
"Irmãs são violentadas e mortas na Vila Oliveira"

DIÁRIO DE MOGI - http://www.odiariodemogi.inf.br/
"Irmãs são mortas na Vila Oliveira"

Jornal na Internet
JORNAL EVANGÉLICO - http://www.je.inf.br/
"Devassa nas Ongs pode resultar em prejuízos à população"

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Espaço Foca nº 03 - Ariane Noronha

 A terceira entrevistada do Espaço Foca é ARIANE Sabrina de NORONHA, 20 anos, que cursa o 6º semestre de Jornalismo na UMC (Universidade de Mogi das Cruzes) e é estagiária do Grupo Mogi News. Nasceu e viveu (enquanto pequena) até os seus 12 anos em Guararema e, hoje, AINDA pequena reside em Mogi das Cruzes. Confiram a entrevista e conheçam mais dessa foquinha que é muito querida pelos companheiros de sala e profissão.

100C - Quem é Ariane Noronha? (faça uma auto avaliação)
AN - Sou uma pessoa tranquila, bem humorada e que procura sempre ver o lado positivo das coisas que acontecem em minha vida, por piores que elas possam parecer. Gosto de me sentir útil e me esforço para dar o melhor de mim em tudo o que me é proposto. Difícil me ver triste, de “cara fechada” e, quem me conhece, há de concordar. Adoro uma bagunça com os amigos e dar boas risadas.

100C - Por que o jornalismo?
AN - Desde pequena tive interesse em cursar jornalismo, mas nunca foi algo definitivo para mim. Já pensei em fazer psicologia, biologia marinha, pedagogia e até artes cênicas. A decisão de fazer jornalismo mesmo aconteceu uns quatro ou cinco meses antes de eu terminar o 3° ano do Ensino Médio. Sempre gostei da disciplina de Língua Portuguesa na escola e de ler. Isso me motivou a começar o curso e também recebi incentivo de profissionais da área.

100C - O que você espera do jornalismo?
AN - Sinceramente, não sei se espero muita coisa, não (risos). Acredito que a profissão poderia ser mais valorizada, pois vários profissionais deste meio ralam muito, se esforçam pra caramba para produzir grandes matérias, se arriscam, ultrapassam o horário estipulado em contrato, mas não são reconhecidos por isso. A volta do diploma é o mínimo que deveria acontecer.

100C - Você é estagiário da Mogi News desde quando? Esse é o seu primeiro estágio? Se não for, aonde mais você estagiou?
AN - Sou estagiária do Grupo Mogi News desde maio de 2010 e é o meu primeiro estágio na área. Diga-se, de passagem, o jornal é uma escola para mim.

100C - Durante esse tempo de estágio como você avalia o jornalismo? É exatamente o que você esperava?
AN - Gosto do que faço e já imaginava que o meu dia a dia seria corrido a partir do momento em que começasse a trabalhar no jornal. Porém, antes de começar meu estágio ou até mesmo nos primeiros dias na redação, tinha uma visão, digamos que mais ingênua das coisas. Confesso que me decepcionei um pouco por descobrir que às vezes o jornalista tem de deixar de escrever determinado ponto na matéria ou abordar tal assunto por questões terceiras. Já cheguei a acreditar por instantes que isso poderia mudar um dia, mas logo desconsiderei. Sendo assim, avalio que o jornalismo não é exatamente como eu esperava.

100C - Se possível, destaque três colegas de universidade que você admira e que acredita que terão futuro no jornalismo?
AN - Serão grandes profissionais, com certeza, minhas amigas Luana Nogueira, Larissa Murata e Fernanda Santos. As três têm grande potencial e obviamente farão sucesso na carreira jornalística.

100C - Como você avalia o seu curso? A universidade está bem estruturada e oferece uma qualidade de ensino adequada? Por quê?
AN - O curso de jornalismo na UMC já foi mais elogiado. Acredito sim que a universidade tem estrutura adequada para oferecer qualidade no ensino. O que falta é investir em equipamentos e em professores. A UMC tem deixado de investir no curso de comunicação social e, inclusive deixou “escapar” professores super gabaritados, com potencial para lecionar aulas de excelentíssima qualidade. Minha sala é a última turma a se formar em Jornalismo. A falta de aluno para aperfeiçoar o curso não é desculpa porque todo ano a faculdade é procurada por estudantes interessados pela área.

100C - O que você acha da decisão da Justiça, via Gilmar Mendes, sobre a queda da obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para exercer a profissão?
AN - Uma palhaçada. E eu to cansada de ouvir piadinhas de amigos que fazem outros cursos me dizendo: “Eu também sou jornalista!” (risos).

100C - Você tem alguma sugestão para o 100 Comunicação?
AN - O 100 Comunicação está bem dinâmico e atrativo. Talvez, poderia abrir espaço para que repórteres contassem, em textos curtos, algumas situações engraçadas, micos ou algo semelhantes, que já passaram durante uma pauta. Talvez um relato por semana.

100C - Pelas conversas que vocês alunos têm em sala de aula, na sua opinião, qual é a maior dificuldade e o que mais é agradável dentro do jornalismo para os futuros jornalistas que ainda estão em formação?
AN - A maior dificuldade é ganhar salário de estagiário e ter responsabilidade de repórter. A mais agradável, sem dúvida, é sempre ter algo diferente para apurar e escrever, o que faz com que aprendamos um pouco mais a cada matéria.

Perguntas para quebrar o gelo:

100C - O que é pior, se formar em um curso onde o diploma está sem moral nenhuma ou sobreviver com o salário de estagiário?
AN - Páreo duro, viu? Me esforço, trabalho, estudo, chego em casa todos os dias depois das 22 horas e sobrevivo com um salário de estagiário. Como se não bastasse, ainda tenho amigo que, mesmo vendo meu empenho, ainda fala que é jornalista sem precisar fazer todo esse esforço. 

100C - Em se tratando de jornalismo, onde você aprende mais, na Universidade ou na redação? Por quê?
AN - Na redação. Teoria é preciso sempre e é na universidade que aprendo. Mas acredito que um jornalista só se torna jornalista de fato quando passa por uma redação. É lá que você conhece a realidade da profissão e adquire conhecimento prático.

100C - Você trabalha ou já trabalhou só com figuraças da imprensa regional: Adriano Vaccari, Daniel Carvalho, Osvaldo Birke, Vivian Turcato, Cibelli Marthos. Qual deles é o “pior” e por quê?
AN - Todos ali não batem muito bem da cabeça. Não sei definir qual é o pior (risos). O Vaccari é o engraçadão, o retardado da fotografia. O Dani Carvalho (o besta), é o gente boa e o que curte as minhas músicas do celular no caminho da pauta. O Birke foi o que tive menos contato da fotografia, mas é um profissional de tirar o chapéu. A Vivian é aquela que se acha a vovó da redação, do tipo que fala pra mim: “Ai que lindo o seu esmalte colorido. Pena que não tenho mais idade para isso”. A Cibelli, a jovem, canta o dia toooooodo a tal música “Tchetchererê tche tche”, do tal Gustavo Lima e acaba incomodando o trabalho desta estagiária (ela vai brigar comigo quando ler isso). Não posso esquecer do “idiotinha” do Anderson Fernandes, que senta na minha frente, é um palhaço e ainda me apelidou de “estágios”.

100C - Você também se encaixa no perfil “nano repórter”. Quais são as vantagens e as desvantagens de “toda” essa estatura?
AN - Ahh! Eu não sou tãããão baixinha assim! Tenho 1,62. Devo ter crescido um pouco mais, porque faz tempo que não meço. A ultima vez faz uns 3 anos (risos). Por enquanto, não tive vantagens ou desvantagens por ter toda essa estatura não.

100C - Como você avalia esse espaço que foi criado pelo 100C voltado para os alunos de Jornalismo?
AN - Achei muito bacana pois possibilita que conheçamos um pouco nossos colegas de profissão. O 100 Comunicação está de parabéns pela iniciativa.

100C - Deixe um recado para os seus amigos focas que estão sonhando em ingressar nesta no jornalismo.
AN - Ser jornalista é ter que se dedicar à profissão totalmente e ser curioso. É provável que tenha que abrir mão de feriados, festas de fim de ano com a família, fins de semana e tudo mais para ir trabalhar, “feliz e contente”, num dia de plantão. Você vai se estressar com entrevistado, com a pauta chata que te passaram, com a assessoria que demora a responder, com o salário, com prazo pra entregar matéria pro editor. Porém, como eu falei acima, tudo, para mim, tem o lado positivo: no jornalismo você aprende muito e acredito que por mais que não vá exercer a profissão pelo resto da vida, a experiência adquirida nesse meio será levada para sempre. O investimento não é em vão. No jornalismo você acaba criando um senso mais crítico para tudo, além de ouvir os mais diversos relatos de variadas pessoas. E é legal quando você sente que aprendeu algo com isso. Quando sai da entrevista e pensa: “que assunto legal. Valeu a pena”. Isso é prazeroso. O bom também é que não há rotina, pois a cada dia é um assunto novo. O importante é sempre se dedicar e procurar expandir seu conhecimento. Isso trará benefício para si próprio, independentemente da profissão que escolher.   

CONFIRAM as entrevistas com outros foquinhas no arquivo do Espaço Foca.

Thales e Talles

Depois de mostrarmos que no mundo jornalístico também existe contos de fadas (veja aqui), o 100C apresenta agora uma dupla sertaneja forama por um repórter e um fotógrafo que atuam no Diário de Suzano. THALES (Willian) e (Wilson) TALLES estiveram em uma pauta de inauguração em Poá há poucos dias e subiram ao palco para dar uma palhinha e cantaram os seus maiores sucessos como, por exemplo, "Microfone Mudo", "O Repórter da Porteira", "Redação Vazia", "Máquina Velha é que faz Fotografia Boa", "60 Dias atrás do entrevistado", "Se o Editor me Ouvisse", "Pauteira", entre outros.

Foto: Ronaldo Andrade

Bolo Notícia nº 76/2011

O fotógrafo Márcio Faria é o aniversariante do dia e, sendo assim, o 100C dedica o 76º Bolo Notícia para esse colega do mundo dos clicks, além de desejarmos muito $uce$$o, paz, felicidade e inúmeras conquistas, tanto na vida pessoal como profissional. PARABÉNS!!!

Foto retirada da página homenageado no Facebook