sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Thalles"fônica"

A falta de celular é uma coisa muito complicada nos dias de hoje, principalmente se o cidadão em questão for um jornalista que depende da comunicação. O repórter Thales Willian (Diário de Suzano) passou por um pequeno apuro há alguns dias quando precisou entrar em contato com a redação e não tinha um celular no bolso. Para solucionar o problema ele recorreu ao bom e velho orelhão, mas como dois estavam em uso, só lhe sobrou a terceira opção que era o aparelho menor. Infelizmente a cena não foi registrada, mas dizem que ele fez a ligação que precisava.... ajoelhado.

Trabalho escravo

A foto acima onde repórteres entrevistam um político seria muito comum se não fosse por um pequeno detalhe... na foto só tem um repórter que é a Jacqueline Campos (Diário de Suzano). Ao seu lado está o FOTÓGRAFO Daniel Carvalho (Grupo Mogi News) que, segundo relatos, foi forçado pela repórter Vivian Turcato (Grupo Mogi News) a ficar gravando a entrevista enquanto ela descansava em um luxuoso e fofo sofá que havia no local. Ao final da entrevista, o Daniel acordou a Vivian e todos foram embora, ele cansado da escravidão e ela reclamando que a qualidade da gravação não estava boa.

Foto: Julien Pereira

Larica Almeida

Sempre postamos fotos de profissionais desgustando ou até mesmo destroçando quitutes e guloseimas durante as pautas, porém o 100C resolveu inovar e apresentamos hoje como é que esses mesmos profissionais se preparam para o ataque ás mesas de café. Como exemplo citamos a repórter Larissa Almeida (Secom/Poá) que, durante um evento em Poá, deixou a pauta de lado e ficou rodeando o garçom a espera do "rango". Depois de muita espera, o garço apareceu e com ele um largo sorriso da Laricassa que correu na frente dele para recepcioná-lo já na mesa.

Foto: Julien Pereira

MANCHETES DO DIA

Jornais Diários
SÃO PAULO

FOLHA DE SÃO PAULO - http://www.folha.uol.com.br/
"Grego recua de consulta; Obama cobra 'corta-fogo'"

O ESTADO DE SÃO PAULO - www.estadao.com.brwww.estadao.com.br
"Ultimato faz premiê grego desistir de referendo"

JORNAL DA TARDE - http://www.jt.com.br/
"Radioterapia: SUS só atende 16% no prazo"


AGORA SÃO PAULO - http://www.agora.uol.com.br/
"Confira o valor do 13º que será pago pelo INSS"

DIÁRIO DE SÃO PAULO - www.diariosp.com.br
"cartão pré-pago para quem não tem crédito"

LANCE - www.lancenet.com.br
"Vale quanto pesa?"


REGIÃO
DIÁRIO DE SUZANO - www.diariodesuzano.com.br
"Comandante-geral confirma 74 PMs a mais para a região"


DIÁRIO DO ALTO TIETÊ - www.diariodoaltotiete.com.br
"Apesar de pressão, Comando da PM manda só 74 policiais"


MOGI NEWS - www.moginews.com.br
"Comando ignora pressão e manda somente 29 policiais para Mogi"

DIÁRIO DE MOGI - www.odiariodemogi.inf.br
"Estado promete enviar mais policiais a partir de 2ª feira"

FOLHA METROPOLITANA - www.folhametro.com.br
"Saee quer tratar água de córrego para consumo"


Jornal na Internet
JORNAL EVANGÉLICO - www.je.inf.br
"Igreja Presbiteriana de Guaréi sofre com barulho e desrespeito"

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

É morte na certa

O 100 Comunicação informa: NUNCA mexam na comida, lanche, petisco ou qualquer outra coisa comestível queseja de posse de um jornalista, pois, o risco de morte é altíssimo. Reparem bem na cara de "feliz da vida" do repórter Ronaldo Andrade (Secom/Poá) ao ver uma mão intrusa tentando roubar o seu estoque de pipoca que estava muito bem guardado no bolso da camisa.

Foto: Adriano Vaccari

Alô criançada!

Que a vida de jornalista não é fácil, isso já está mais do que comprovado, pois quem atua na área sabe muito bem o quanto a profissão é sofrida, desrespeitada e puxada, exigindo muito do profissional que, em muitos casos, mal tem tempo pra se divertir. Para não morrer de estresse, o negócio é improvisar e se divertir a qualquer hora e em qualquer momento, independentemente da situação. A repórter Mirielly de Castro (TV Diário) leva isso a sério e sempre leva consigo um narizinho de palhaço na bolsa, justamente para os momentos em que o nível de estresse estiver muito alto, nesse caso, ela usa o "artefato" e garante alguns risos, sorrisos e até gargalhadas.

A praça é nossa

No melhor estilo "Carlos Alberto de Nóbrega", o fotógrafo Jorge Moraes (Grupo Mogi News) sentou-se em um banco de praça para ficar observando e fotografando as pessoas que passavam pelo local e, se possível, trocar um "dedinho de prosa". Depois de algumas "horas", ele só resolveu sair da praça quando uma senhora se acomodou ao seu lado, com medo de que fosse a "velhinha surda", levantou e foi embora.

Foto: Fernanda Geggus

MANCHETES DO DIA

Jornais Diários
SÃO PAULO

FOLHA DE SÃO PAULO - http://www.folha.uol.com.br/
"Contra referendo, Europa ameaça sufocar a Grécia"

O ESTADO DE SÃO PAULO - www.estadao.com.brwww.estadao.com.br
"Grécia deve aceitar plano ou deixar euro, determina UE"

JORNAL DA TARDE - http://www.jt.com.br/
"Matrícula antecipada dá desconto de até 30%"


AGORA SÃO PAULO - http://www.agora.uol.com.br/
"Cai o desconto do INSS no pagamento do aviso-prévio"

DIÁRIO DE SÃO PAULO - www.diariosp.com.br
"Confira o calendário da 2ª parcela"

LANCE - www.lancenet.com.br
"Breque do presidente"


REGIÃO
DIÁRIO DE SUZANO - www.diariodesuzano.com.br
"Comércio de Suzano vai abrir 250 vagas temporárias neste fim de ano"


DIÁRIO DO ALTO TIETÊ - www.diariodoaltotiete.com.br
"Encontro mostrará quanto a PM se importa com a região"


MOGI NEWS - www.moginews.com.br
"População de Mogi registra 40 queixas de crimes por dia"

DIÁRIO DE MOGI - www.odiariodemogi.inf.br
"Cresce arrecadação municipal"

FOLHA METROPOLITANA - www.folhametro.com.br
"Obras de enchente receberão quase R$ 900 milhões do Estado"


Jornal na Internet
JORNAL EVANGÉLICO - www.je.inf.br
"Projeto 2.11: Dia da Vida"

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Seção Raio-X nº 09 - Juliana Nakagawa


A Seção Raio-X acostumou-se a apresentar entrevistas com grandes profissionais da imprensa e, para inovar, a 9ª edição traz JULIANA Emy NAKAGAWA, 27 anos, que é gigante em seu profissionalismo, mas pequena em estatura, fato que lhe rendeu o título de “nanorepórter”. Nascida em São Paulo e moradora do município de Mogi das Cruzes há sete anos, a pequena notável também está há sete anos nesta labuta diária de jornalismo. Juliana se define como impetuosa e afirma que sempre tomou as principais decisões da sua vida dessa forma, inclusive quando teve o ímpeto de vir ao mundo apenas com oito meses de gestação, já inspirada pelo acaso e pelo inusitado.
Conheça um pouco mais dessa pessoa maravilhosa que tem um senso elevado de indignação, o que acabou lhe rendendo uma bela gastrite. Ela também é dona de um senso de humor negro aguçado e de uma predileção por crianças, além de acreditar numa existência poética.

100C - Por que o jornalismo?
JN - Pela inabilidade com os números. O péssimo rendimento em Exatas levou à inclinação para a escrita. Aos 11, tive uma redação selecionada para um concurso interescolar, em São Paulo, onde eu morava. Percebi que escrever era a saída. Inspirada pela Marina Amaral, uma das fundadoras do Caros Amigos, conheci algumas redações, como a da Folha de S. Paulo, e me fascinei pelo jornalismo logo na adolescência. Neste meio tempo, sonhei com uma infinidade de coisas, como ser correspondente do Paquistão até ser a moça do tempo do Jornal da Globo.

100C - Depois que você entrou para essa área, aonde você já trabalhou e em que cargo?
Aonde você trabalha atualmente e há quanto tempo?
JN - Mudei para Mogi das Cruzes com 19 anos. Cheguei direto para a redação de O Diário de Mogi, de onde os editores pacientemente faziam mapas para que eu me localizasse na cidade. Comecei como estagiária do Caderno A, passei a repórter de Cidades e terminei minha passagem pelo Diário cobrindo basicamente política. Nestes sete anos, passei pela Rádio Metropolitana, onde eu fazias as pautas. Também pela Rádio DS, onde eu fazia reportagens sobre Mogi. Agora atuo como correspondente regional da Folha Metropolitana, há um ano e meio. E como assessora de imprensa da Organização Bio-Bras, há um ano.

100C - O jornalismo é exatamente aquilo que você imaginava enquanto estudava? Por quê?
JN - Não. O jornalismo é bem diferente daquilo que se estuda, principalmente porque a sociedade não é utópica, como a retratada em sala de aula. Estuda-se ética, cidadania. Ah vá. Ensinam-se valores que deveriam estar enrustidos debaixo da pele e não em palavras. Uma colega de pós-graduação disse algo muito simples e objetivo: “Jornalismo é denúncia e prestação de serviço”. O demais é especulação. Pura especulação, ao meu ver. Quer escrever um texto bonito? Quer testar métricas novas para os parágrafos rimarem como poema? Vai ser articulista, vai ser escritor, vai ser discípulo de Paulo Coelho, vai ser poeta. Ou melhor, poeteiro. Jornalismo é outra coisa. É prezar pela simplicidade, porque o texto simples consegue ser assimilado independentemente de classe social. É informar os fatos em narrativa descritiva, mas sem aquele discurso blasè de imparcialidade. É dar um pouco da sua visão de mundo para construir outros mundos. E é por isso que eu não acredito em jornalista que não tem o hábito de ler. 

100C - Qual foi a pior e a melhor pauta que você cobriu?
JN - A pior sempre ainda está por vir, porque acredito naquele clichê de que nada é tão ruim que não possa ficar pior. Uma das piores da minha vida foi a morte do Totó, um assessor da Prefeitura de Mogi, meu amigo particular. Tive de ir ao velório e escrever um texto, engolindo as lágrimas. Neste dia eu tive vontade de escrever um poema, ao invés de uma matéria. Não consigo pontuar qual é a melhor, não quero cometer o erro da injustiça. Acredito que as melhores são as que a gente pode contar uma história de vida. Eu me apaixonei por tantas pautas, ao longo desses anos, que não posso pontuar somente uma.

100C - Se possível, destaque três colegas do jornalismo na região que você admira o trabalho.
JN - Admiro o trabalho de gente que trabalhou comigo e que eu aprendi a respeitar. Amanda de Almeida, do Diário, pela organização, pelo senso de justiça e pela amizade mais irrestrita que já tive (e por sorte ainda tenho). Evaldo Novelini, pela fome pelos livros e pelo infinito conhecimento. Darwin Valente, por prezar pela simplicidade quase interiorana e pela pureza de sentimentos. E Mara Flôres, pela incansável dedicação e disponibilidade.

100C - O que é o jornalismo para você?
JN - Xi, acho que já prejudiquei essa pergunta com tanto discurso acima. Jornalismo é social, não acredito em jornalista de redação, recluso, quieto, sozinho. Jornalismo é a possibilidade de enriquecimento pessoal pelo conhecimento da sociedade. O bom jornalista é curioso por natureza. Sem o ímpeto da curiosidade, não se enxerga nada além do óbvio.
Jornalismo é fod@. Instiga seus sentimentos mais obscuros. Te leva para o céu e para o inferno, se você quiser. É coisa para quem tem algum desvio de sanidade, hahaha.

100C - O que você mais gosta e o que você mais odeia nas pautas?
JN - Cada pauta é uma situação diferente. Gosto mais das pautas que dão liberdade. Aquelas em que você pode desenvolver uma conversa, trocar ideia mesmo. Seja com um artista, um desempregado ou um político. Ao conversar, você percebe muita coisa, é uma experiência muito rica. O que eu mais odeio é levar chá de cadeira. Apesar de ser muito bacana rever os amigos e tudo mais, esperar é sempre muito complicado para quem corre contra o tempo.

100C - Qual foi a sua maior alegria e a maior decepção com o jornalismo?
JN - A minha maior alegria foi encontrar gente que ainda acredita em ideias utópicas. Que acredita em mudança, em revolução. Que usa o jornalismo como ferramenta para fazer alguma coisa, ainda que mínima. Gente acomodada me cansa, me entedia. A maior decepção talvez seja justamente essa. O quanto os jornalistas estão cansados. Cansaço de seguir o sistema e escrever algumas malfadadas linhas sem sentido algum. Cansaço da falta de união da classe e dessa sensação terrível que é nadar sozinho e morrer na praia.

100C - Você tem alguma sugestão para o 100 Comunicação?
JN - Sim, eu sugiro que façamos mais rodas de discussão, de temas variados. Acho que temos tanta gente que pode agregar com conhecimento... Vamos fazer um churrascão da gente diferenciada, meu povo.

100C - Destaque um ponto positivo e um negativo do 100C.
JN - O ponto positivo é fomentar essa união entre os jornalistas da região. Extremamente importante. Jornalismo é ferramenta social e se não há interação social entre nós mesmos, o que dirá de nós com a sociedade? O ponto negativo é que estamos ainda distantes e imersos em tanto trabalho. Vamos levar o 100C como uma forma de entretenimento?

100C - O que você espera para o seu futuro profissional?
JN - Talvez eu seja demitida depois dessa. Mas vamos lá. Eu espero sair desse sistema viciado de produção de matérias em escala industrial. Eu já estou viciada neste sistema, não rendo mais. Passo por constantes processos de reciclagem, que inspiram e renovam a fonte, mas o resultado basicamente é o mesmo. Portanto, o que eu espero do meu futuro profissional é algo fora das redações. Não sei exatamente o que, estou aceitando sugestões. Não bato em velhos, não roubo e não vendo meu corpo. Do resto, estou negociando até a alma.

Perguntas para quebrar o gelo:

100C - Conte duas ou mais situações engraçadas que você passou durante as pautas.
JN - Acho que a clássica foi o cinema com o padre. Fui escalada para ver o Código da Vinci com um padre da Igreja Católica. A ideia era mostrar o que a Igreja pensava do filme, uma crítica ferrenha ao catolicismo. Busquei o padre 18h, entrei na sessão e sentamos na segunda fileira. Não comprei pipocas, porque julguei não ser necessário tanta intimidade com o padre. Afinal, eu e o padre no cinema já me soava estranho por si só. Lá pelas 18h30, ou seja, com uns 15 minutos de filme... olho para o lado e o padre está roncando. Dorme intensamente. Mando um SMS para o celular do meu editor, Darwin Valente, informando que o padre está dormindo no cinema. Recebo a resposta: “Cutuca o padre”.  Cutuquei o padre. Nada. Me mexi na cadeira para que ele chacoalhasse. Nada. Resolvi assistir o filme sozinha e depois contar tudo pra ele. Foi o que fiz. Ao final, a única aspas que tive dele foi: “É tudo uma grande salada hollywoodiana”.
Teve também o dia da inauguração da Mogi-Dutra, em que o fotógrafo Edinho Martins me salvou com uma garrafa de água gelada, para enfrentar o sol escaldante. O senador Romeu Tuma, que Deus o tenha, olhou pra mim e disse: “Filha, me dá um gole?”. Eu disse: “Claro”. E ele tomou a garrafa inteira. A garrafa que nem tinha sido comprada com o dinheiro do povo!
Fiquei irritada. Ele agradeceu. Eu respondi: “De nada, vereador”. Olhei para o lado, o amigo Evaldo Novelini estava rachando de rir, dizendo: “Rebaixou o cara à escória”.

100C - Como você se sente se tornando uma celebridade, sendo conhecida como a Garota 100 Comunicação?
JN - Me sinto pronta para distribuir autógrafos na rua.

100C - Graças ao 100C, você também passou a ser conhecida como “nano repórter”, devido a toda essa (falta) de estatura. Como você vê essas denominações “carinhosas” que lhe são oferecidas?
JN - Fico muito lisonjeada com tudo isso. E com o carinho dos colegas de profissão, que sempre me olham com aqueles olhos de piedade e pensam: “Deixa a Juliana na frente, coitada”.  Sou muito favorecida por todos. Agora começo a pensar que pode ser também por respeito aos mais velhos, talvez.

100C - Qual é o seu segredo para estar sempre bem posicionada nas coletivas de imprensa?
JN - O segredo para se posicionar nas coletivas é fazer uma ceninha. Uma cara de dor, do povo te amassando... e contar com a piedade alheia. Vale ressaltar que eu compenso toda minha pouca estatura com outras coisas, do tipo: gritos, surtos de stress e derivados.

100C - O que é mais difícil de aturar? Uma pauta chata, um belíssimo chá de cadeira, a queda da obrigatoriedade do diploma ou o fotógrafo Ricardo Santo?
JN - Olha, a queda da obrigatoriedade do diploma me dói o estômago. Mas aturar o Ricardo é tarefa árdua demais, reconheço. Na verdade, eu até me divirto com ele. Agora, por exemplo, eu estou ganhando dinheiro em cima dele, agenciando esse rostinho de rock star. Meninas maiores de 18 anos, entrem em contato comigo.

100C - Deixe um recado para os alunos de jornalismo que sonham em entrar nessa área tão amada e odiada ao mesmo tempo...rs
JN - Corram enquanto é tempo. Mentira. Tudo na vida é uma questão de escolhas. Façam jornalismo, façam até jornalismo voluntário e independente, esse é o mais genuíno de todos. O institucional e o corporativismo só servem para pagar as contas.  Mas indico que se casem com um cara rico. De preferência engenheiro.

CONFIRAM as outras entrevistas no arquivo da Seção Raio-X.

MANCHETES DO DIA E DA SEMANA

Jornais Diários
SÃO PAULO

FOLHA DE SÃO PAULO - http://www.folha.uol.com.br/
"Escolas e creches de Kassab sobem 28% em um ano"

O ESTADO DE SÃO PAULO - www.estadao.com.brwww.estadao.com.br
"Dinheiro do Esporte e do DF contratou empresa do PC do B"

JORNAL DA TARDE - http://www.jt.com.br/
"DPs com presos viram área de risco no fim de semana"


AGORA SÃO PAULO - http://www.agora.uol.com.br/
"Justiça é o melhor caminho para revisar de 88 a 91"

DIÁRIO DE SÃO PAULO - www.diariosp.com.br
"Diferença entre genéricos chega a 951% na capital"

LANCE - www.lancenet.com.br
"Fiel invade"


REGIÃO
DIÁRIO DE SUZANO - www.diariodesuzano.com.br
"Ministério das Cidades suspende contratos com ONGs do Alto Tietê"


DIÁRIO DO ALTO TIETÊ - www.diariodoaltotiete.com.br
"PM promete mais policiais à região sem dizer quantos"


MOGI NEWS - www.moginews.com.br
"Fogo destrói barracão"

DIÁRIO DE MOGI - www.odiariodemogi.inf.br
"Bancas de jornais sofrem ataques em dois distritos"

FOLHA METROPOLITANA - www.folhametro.com.br
"Ex-presidente da Câmara terá de comprovar que devolveu salários indevidos"


Jornal na Internet
JORNAL EVANGÉLICO - www.je.inf.br
"Justiça anula 13 questões do Enem em todo o país"


Jornal Semanal 
NOTÍCIAS DE POÁ - www.noticiasdepoa.com.br
"Estudantes fazem cerca ecologicamente correta"